Novo ano, novíssimo mundo – Nossa chegada na Nova Zelândia

Dia 31 de dezembro, saímos de Santiago e pegamos nosso voo rumo a um novo continente: a Oceania! Embarcamos ainda antes do dia amanhecer e depois de 12 horas de voo (super tranquilo), chegamos a Auckland, Nova Zelândia. Devido ao fuso horário de 14 horas a mais, já manhã do dia primeiro. O reveillon? Foi um ótimo soninho no avião.

A imigração foi super tranquila, apenas confirmaram os dados que estavam no nosso formulário e carimbaram nosso passaporte. Apesar do susto com a mala em Santiago, compramos nosso ticket de ônibus para o centro da cidade. A viagem levou uns 30min, já que a cidade estava deserta. Afinal, quem estaria na rua às 6 da manhã do dia primeiro de janeiro?

Nos encontramos com a Judith, a dona da casa onde ficaríamos hospedados. Ela é enfermeira e estava saindo de um plantão. Pegamos um ônibus que custou 8 dólares e depois de algum tempo chegamos até a casa dela.
Um bairro residencial tranquilo, localizado no oeste de Auckland, cheio de casinhas de madeira sem muro.

Ainda era cedo quando chegamos e a Catherine, sua filha de 10 anos, ainda estava dormindo. Descansamos e depois saímos para lanchar no shopping, no bairro de Henderson. Judith aproveitou para nos mostrar onde ficava a biblioteca, piscina pública, supermercado e outras coisas ao redor da casa onde passaríamos pelo menos duas semanas.

Nossa estadia na casa de Judith e Catherine foi super tranquila. Ficávamos responsáveis pela menina quando a mãe saia para trabalhar e tivemos autorização para levá-la para passear. Inclusive, a mãe preparou uma lista de sugestões para nós.

Nossa primeira saída, como não conhecíamos nada na cidade, foi exatamente visitar a parte central. Fomos nas redondezas da SkyTower, andamos pela área dos píeres, almoçamos pizza na Domino’s e depois descansamos no St. Albert’s Park antes de voltar para casa. Tudo na companhia da Catherine, que nesse dia se integrou bastante com a gente – normalmente ela gosta bem mais de ficar no iPad do que interagir conosco.

Na nossa cultura brasileira seria super estranho alguém deixar a filha de 10 anos assim, com desconhecidos. Mas felizmente, a segurança aqui na Nova Zelândia é outro nível. Nada de muros, grades, alarmes…

Durante nossa primeira semana com Judith, tivemos alguns dias livres. Aproveitamos para colocar alguns trabalhos em dia e também passear um pouquinho.

Além da própria cidade de Auckland, saímos para conhecer a ilha de Waiheke, um balneário bem movimentado nos dias de clima favorável..

Num sábado de ensolarado e com um clima agradável, fomos até Devonport. Para chegar, é necessário pegar um ferry, mas a viagem é bem rapidinha.

Devonport é um bairro bem charmosinho e turístico. Mesinhas na calçada, restaurantes, cafés e sorveterias. Levamos algumas comidinhas e fomos procurar um local agradável para um piquenique.

Encontramos esse lugar no topo do Mt. Victoria, mais uma das inúmeras colinas de origem vulcânica em Auckland. Uma linda vista da cidade!

Na volta, paramos no Ted Father’s, um pub que nos foi recomendado por um amigo. Pena que não tivemos sorte na escolha da cerveja. Quase não consigo terminar…

Foi uma semana tranquila e tentando não gastar muito, já que os preços aqui são impressionantemente altos!

Renata Marques

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