Chickenpox – Conhecendo um consultório médico na Nova Zelândia

Depois da viagem por algumas cidades da ilha norte da Nova Zelândia, voltamos para Auckland, para mais uma semana de trabalho.

O clima tinha dado uma melhorada e deu até para ir brincar de batalha de água num parque perto da casa. No dia seguinte à essa brincadeira, Joyce acordou sentindo-se um pouco mal (como uma gripe) e com a pele meio irritada, coçando. Como ela tinha apresentado uma reação alérgica a grama e insetos um dia antes da nossa viagem, pensamos que tinha sido por conta da brincadeira. Durante a noite, entretanto, veio a febre e algumas bolhinhas no corpo.

Resolvemos ligar para o seguro e levá -la ao médico. Para os dois primeiros meses, contratamos o próprio seguro do cartão de crédito. A comunicação com o seguro foi simples, o procedimento orientado foi efetuar o pagamento da consulta e depois solicitar o reembolso. Judith sugeriu marcar uma consulta com um médico ao invés de irmos ao hospital, pois a espera seria grande. Ela ligou e conseguiu um horário para o período da tarde.

Reis foi com Joyce ao consultório e o diagnóstico foi de catapora (chickenpox). Engraçado que antes de sairmos de São Luís, nós tivemos essa suspeita, mas depois Joyce não apresentou mais os sintomas. Será que o vírus pode demorar tanto tempo assim pra se manifestar ou foi mesmo muita coincidência? Consulta paga (85 dolares) e remédios comprados. Engraçado que num país em que tudo é tão caro, o preço da consulta e dos medicamentos foi relativamente barato, mais baixos que em São Luís.

Logo as bolhinhas foram se espalhando e tomaram conta do corpo. Aos poucos foram estourando e se transformando em feridinhas, que ainda não sumiram 100%. Mas a pior parte mesmo foi a coceira, especialmente nos primeiros dias. Apesar de muita gente ter recomendado o talco mentolado, ele não é mais recomendado, pois apesar de diminuir a coceira pode aumentar as infecções – já que se acumulam nas feridas. O que resolveu pra ela foi o conjunto de um sabonete milagroso + anti histamínico.

Sem fotos da catapora porque Joyce proibiu! Rs.

O resultado da catapora é que acabamos ficando a semana de castigo em casa. Aproveitei para fazer algumas experiências culinárias e fiz um polpetone gostosão. Aprovado por todos da casa! Quer dizer, a Catherine não quis experimentar, mas ela sobrevive basicamente de macarrão com queijo, tomate cereja e pepino. Então não conta!

Como era a última semana hospedados pelo workaway e ficamos presos em casa, aproveitamos para aplicar para todas as oportunidades de relocação de motorhomes. Queríamos muito alugar um, mas os preços tradicionais estavam fora de cogitação! Tentamos, tentamos e…. cenas dos próximos capítulos. 😀

Renata Marques

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